Contratação criativa, a CLT Flex e a pejotização nas empresas. | TrendRH

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30/05
Contratação criativa, a CLT Flex e a pejotização nas empresas.

Uma prática muito comum nas empresas atualmente é a contratação criativa que representa a busca por profissionais com diferencial no mercado, que ao fazer uma entrevista convencional não se consegue analisar o potencial que esse futuro funcionário proporcionará.

 

Para as empresas realizarem este tipo de contratação elas optam pela contratação criativa, CLT Flex, ‘pejotização’ ou cooperativa de trabalho. “Trata-se da prática da contratação de profissionais sem vínculo empregatício, na forma de pessoas jurídicas para a prestação de serviços”, explica Isadora Petenon Braslauskas, especialista em relações do trabalho da Advocacia CBM.

 

De acordo com Thiago Massicano, sócio-fundador do Massicano Advogados, os riscos deste tipo de contratação é ter um profissional em curto prazo, pois como possui um perfil agressivo de salário e metas profissionais, são constantemente assediados e se posicionam melhor no mercado de trabalho ou abrir seu próprio negócio com a expertise que possui.
Por que as empresas estão aplicando esta modalidade de contratação?

 

A contratação criativa, em um primeiro momento pode representar uma economia de encargos trabalhistas e previdenciário, mas em um segundo momento pode ocasionar um passivo trabalhista, inclusive sujeito a autuação do Ministério do Trabalho.

 

Para Isadora a terceirização de serviços por parte das empresas não é ilegal, mas requer alguns cuidados para quem contrata terceiros. “É legal a contratação de serviços de vigilância, conservação e limpeza, bem como a de serviços especializados ligados à atividade-meio do tomador, desde que inexistente a pessoalidade e a subordinação direta não gera vínculo empregatício”, enfatiza a especialista.

 

Certas ações podem caracterizar fraude à legislação trabalhista, previdenciária e tributária e exigir que o trabalhador constitua uma pessoa jurídica para a prestação de serviços, visando o não recolhimento dos encargos trabalhistas. Se constatada a fraude por agente de fiscalização do Ministério do Trabalho ou por via judicial, haverá a desconsideração da pessoa jurídica e a configuração do vínculo empregatício do trabalhador com o tomador de serviço.

 

“Hoje estamos vivendo um mercado agressivo. O escritório que não se portar dessa forma será passado para trás. É a famosa globalização de mercado de trabalho, que constantemente sofre mudanças e a empresa deve ficar atenta para suas transformações”, finaliza Thiago.

 

Fonte: Portal Carreira & Sucesso


2 comentários

  1. Alexandre Cadubitski disse:

    Ola. Me tira uma duvida, vocês prestam de me disponibilizar um recurso com o perfil que preciso e vcs são responsavel
    por ele?
    A minha intenção seria a de contrar uma empresa que me preste o serviço de me diponibilizar um recurso para trabalhar
    p/ mim e eu não quero ter a preocupação quando ele sair de ferias, se vai faltar ou não, pagamento de salario e tudo mais.
    Ou seja, o funcionario é de vcs e não meu, ele só trabalha p/ mim.
    Vcs oferecem esse serviço? Eu preciso de alguem para ficar no caixa de um estacionamento. Obrigado.

    • Édina disse:

      Bom dia Alexandre!
      Sua mensagem ficou retida em nosso site, por esse motivo estou lhe respondendo agora.
      Ainda tens interessa na contratação?

      Por gentileza, me envie seus contatos para que posso lhe retornar.

      Grata!
      Édina C. Budal
      Consultora de Negócios

      Núcleo ESCOLHA CERTA

      Rua Marechal Deodoro, 346 | 89204-030 – Joinville – SC
      Telefone: 47 3432 1080

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